segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sou Honesto Voto Aberto.

 



Galera!!! Eu sei que muitos não estão nem aí pra política, e muitas vezes não acompanham nem os candidatos que elegeram através dos seus votos, e por diversas vezes votam por afinidade, proximidade ou por benefícios próprios. Porém vamos deixar de sermos omissos e contribuir mais com interesses público da nossa cidade, assim a transformaremos num local melhor para se viver...

http://www.souhonestovotoaberto.com.br/

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mais uma banda pra galera!!!


planteadubereggae.(Coagir)

Planteadubereggae | Myspace Music Videos


Fonte: http://www.myspace.com/planteadubereggae

Redução da maioridade penal: uma discussão bestializante

Redução da maioridade penal: uma discussão bestializante [1]
Gerivaldo Neiva *
Ontem pela manhã (segunda-feira), viajando de Salvador para Conceição do Coité, ouvia no rádio do carro um desses programas em que as pessoas telefonam reclamando da precariedade dos serviços públicos. De repente, a conversa entre o apresentador e um participante terminou descambando para o problema da violência urbana. Sem muita discussão, como solução simples e imediata, o apresentador do programa defendeu a redução da maioridade penal, argumentando que a cada dia aumentam os crimes praticados por adolescentes e “já que podem votar, devem responder pelos atos criminosos”.
Em seguida, entrou no ar a unidade móvel para informar as estatísticas criminais do final de semana (20 e 21 de abril de 2013) na região metropolitana de Salvador: 11 homicídios, 4 tentativas de homicídios e 54 roubos e furtos de veículos. Dentre as vítimas, segundo o boletim da SSP-Ba, dois menores: L.E.P da S. e H. de J.B. Ambos com 15 anos de idade, residentes em áreas pobres da região metropolitana de Salvador, talvez negros, talvez envolvidos com o tráfico, sem qualquer importância para a imprensa... apenas dados estatísticos.
Em outros blocos do programa, com muita indignação, atendendo novos ouvintes, o apresentador criticou a roubalheira que foi (ou está sendo) a construção, em Salvador, do menor, mais demorado e mais caro metrô do mundo; a greve dos professores das escolas estaduais; a falta de médicos em postos de saúde; ruas sem saneamento e esburacadas; a prisão de um juiz, delegado, servidores e advogados na Paraíba, acusados de esquema que “fabricavam” multas em processos judiciais; e outras mazelas próprias do tempo em que estamos vivendo.
No restante da viagem, fiquei a pensar, diante de tantos problemas sociais e tantas mortes em apenas um final de semana, por que razão estamos todos como se bestializados com a discussão em torno da redução da maioridade penal. O assunto tomou conta de programas de péssimo gosto na TV, em editoriais de jornais, nas escolas e ruas, nas redes sociais, salões de beleza e barbearias. Na gostosa e saudável anarquia que reina na Internet, a cada dia um texto novo e novas polêmicas. No fim, muita emoção, mitos e preconceitos e pouca razão e sensatez.
Retornando ao meu pensar viajante, continuei a me questionar por que a cada vez que uma pessoa é morta por um adolescente e esta morte é explorada por setores da imprensa, a discussão acerca da redução da maioridade penal retorna à pauta nacional? Por que tantos outros menores são mortos diariamente por este imenso Brasil e essas mortes não repercutem e nem entram na pauta desta mesma imprensa? Por que aceitamos, sem qualquer indignação, que 11 pessoas sejam mortas em um único final de semana na região metropolitana de Salvador, sejam maiores ou menores de 18 anos? Enfim, por que esta seletividade da notícia e da repercussão diferenciada para fatos idênticos?
De início, sou levado a pensar, mas afasto imediatamente de mim este pensamento ignóbil, que só a vida de jovens ricos ou de classe média interessam ao noticiário nacional e que a vida dos jovens pobres não teriam o mesmo valor.
Levado pela mesma angústia em busca de resposta, cometo novo deslize em imaginar que para grande parte da imprensa deste país, sem pudor algum, se um jovem rico ou de classe média, embriagado, matar alguém com seu carro ou Jet Ski, o fato será noticiado como um mero acidente e o jovem, traumatizado, será devidamente apresentado ao delegado por um bom advogado e o rosto protegido por seu próprio paletó. De outro lado, divagando mais ainda, imaginei que para esta mesma imprensa, com muita preocupação social, se um jovem pobre, negro e excluído, para adquirir pedras de crack, matar um jovem rico ou de classe média, este fato será noticiado como sendo um crime hediondo e que merece forte reprimenda, quiçá a pena de morte, sendo o jovem fotografado e filmado, apenas de cueca, ao lado da arma e pedras de crack.
Retornando ao argumento racional e deixando meus devaneios de lado, pergunto-me: Parte da imprensa está mesmo se comportando dessa forma? Qual o interesse desses setores da imprensa em divulgar de forma tão distorcida? Estamos apenas repetindo clichês sem refletir sobre os fatos? A imprensa está nos impondo seus próprios conceitos e opiniões? As ideias que propagamos acerca da redução da maioridade penal e outras formas oficiais de violência estão sendo por nós elaboradas? Enfim, pensamos assim mesmo ou estamos sendo bestializados por parte da imprensa, fanáticos ou fundamentalistas para pensarmos assim?
Por exemplo, para um crente em qualquer divindade ou praticante de qualquer religião que prega a solidariedade, compaixão e humanismo, defender a redução da maioridade penal para punir jovens pobres e historicamente excluídos, ou a pena de morte, não seria um grave pecado, perante seu Deus e irmãos de crença, aceitar e permitir que uns sejam apedrejados e outros perdoados pelo mesmo crime?
Em outro exemplo, para um jurista, estudante de direito ou qualquer membro das carreiras jurídicas, orientados que devem ser pelos princípios inscritos na Constituição Federal, que estabelece como objetivo da República a construção de uma sociedade livre justa e solidária, fundada na cidadania e dignidade da  pessoa humana, também não seria uma forte contradição defender ações, sob argumento de vingar a morte de um, contra a vida e dignidade de outro?
Enfim, por que alguns de nós estão sendo levados e pensar assim: embora religiosos, seletivos quanto ao perdão; embora juristas, defendendo a vingança como forma de justiça.
Não creio que seja apenas pelo poder da imprensa e da ideologia, pois se assim o fosse não haveria discrepância na forma de pensar, dado o monopólio da informação no Brasil, ou seja, o Jornal Nacional e programas de péssimo gosto nascem para todos nas manhãs e noites do Brasil. Além disso, para combater o ódio e parcialidade da imprensa, os crentes deveriam se valer de seus princípios religiosos e livros sagrados, bem com os juristas deveriam se valer dos princípios, das garantias fundamentais e da Constituição.
Quero crer, por fim, que há muito mais entre o céu e a terra do que imagina nossa vã filosofia. O sentimento da vingança e o prazer de ver o sofrimento alheio não podem ser explicados e nem aliviados somente por princípios religiosos ou normas legais. Esta bestialização tem causas que remontam ao nosso primitivismo e luta pela sobrevivência. Pensamos, apenas pensamos, que renunciamos à estes sentimentos em favor da civilização, mas nosso comportamento tem demonstrado, ao longo da história da humanidade, que não controlamos eficazmente as “bestas” que habitam nosso inconsciente.
 Assim, talvez Freud estivesse certo ao defender que ao lado da teoria evolucionista e do heliocentrismo, a sua própria descoberta do inconsciente figuraria como sendo a terceira ferida narcísica da humanidade, ou seja, para nossa grande decepção, não nascemos de Adão e Eva, a terra não é o centro do universo e, segundo Freud, não somos sequer donos de nossos pensamentos. Assim, neste grande mal estar que se tornou a civilização, somos todos como Narciso diante de um espelho quebrado, pois além de não sermos tão belos como pensávamos, não temos mais o espelho para admirar uma beleza que não existe mais ou que nunca existiu!
Ora, os crimes cometidos por adolescentes, no universo de todos os crimes, são insignificantes; os crimes contra a vida praticados por adolescentes, estatisticamente, também são insignificantes; a prisão não tem o poder de trazer de volta os mortos e nem de recuperar socialmente os vivos, apenas satisfaz nosso sentimento de vingança; reduzir a maioridade penal não tem qualquer relação com a redução da criminalidade e, ao contrário, estaria desgraçando mais cedo a vida de mais jovens e alimentando com “pessoal especializado” em penitenciárias o tráfico e o crime organizado. Enfim, a discussão sobre a redução da maioridade penal, da forma proposta por quase a totalidade da imprensa brasileira, é uma discussão sem sentido, infrutífera e terrivelmente bestializante.
Por fim, para enfrentar esta discussão com serenidade e racionalidade, talvez estejamos precisando de mais psicanálise e mais Freud e menos Lombroso e Direito Penal. Mais filosofia e menos Direito. Mais alteridade e menos vingança. Mais proteção e menos punição. Mais responsabilidade do poder público e menos abandono. Enfim, mais humanismo e menos bestialidade.
* Juiz de Direito (Ba), membro da Associação Juízes para a Democracia  (AJD) e Porta-Voz no Brasil do movimento Agentes da Lei Contra a Proibição (Leap-Brasil) 

Fonte: http://www.gerivaldoneiva.com/2013/04/reducao-da-maioridade-penal-uma.html

Técnicos negros têm pouco espaço no futebol brasileiro?


Redação Correio Nagô* - "Me desculpe, você é preto". Este foi o título de uma matéria recente da revista Placar que fez uma reflexão sobre a quantidade de técnicos negros no futebol brasileiro. O texto trouxe desabafos de treinadores negros, cada vez mais raros no alto escalão do futebol brasileiro, e teve como personagem principal Lula Pereira, ex-técnico do Bahia, e que disse ter ouvido de cartolas a frase que serviu como chamada da reportagem.
Pegando o gancho, uma reportagem publicada pelo iBahia Esportes deu continuidade à discussão e entrevistou profissionais atuantes no futebol baiano, desde dirigentes até treinadores.
O primeiro a falar foi Paulo Isidoro, ex-meia-atacante da dupla Ba-Vi e atualmente auxiliar técnico do Ypiranga. Avançado no curso de formação de treinadores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o ex-atleta revelou incômodo com a falta de discussão sobre o tema.
"Eu esperava tanto que alguém falasse isso comigo, é algo que me incomoda muito. O futebol brasileiro sempre teve vários destaques negros em campo, o nosso símbolo é negro (Pelé), mas fora de campo isso não acontece. Não sei se é preconceito, má qualificação... Acho que é um pouco de cada, acho que se você se qualificar bem, se você buscar aquilo que você quer, acho que você alcança. Mas às vezes é estranho. Olha o Andrade, como é o cara é campeão brasileiro pelo Flamengo, time de repercussão mundial, e depois não consegue trabalho?", destacou ao IBahia Espostes o ex-atleta.
Primeiro técnico negro campeão brasileiro, Andrade assumiu o Flamengo de 2009 de forma provisória, mas foi efetivado no cargo e conquistou o hexa nacional pelo clube. Porém, acabou demitido cinco meses depois com 73% de aproveitamento. Após ficar sem emprego durante meses em 2010, desabafou em entrevista à TV Globo. "Uns dizem que é por causa do meu vínculo com o Flamengo e outros falam de preconceito. Não existe treinador negro trabalhando na Série A. Alguns amigos me dizem que não estou trabalhando por causa da minha cor. Mas não quero acreditar nisso", comentou na época. De lá para cá, ele só comandou Brasiliense, Paysandu e Boa Vista-RJ.
"Andrade não foi o escolhido do Flamengo. Foi um acaso, uma solução temporária. Só assim que os técnicos negros têm chance", opinou Lula Pereira à Placar. Ele, que comandou o Bahia em 2003 e 2006, esteve à frente do Rubro-negro carioca em 2002 e está sem clube desde que saiu do Ceará no ano passado. Ao término das Séries A e B do Brasileiro em 2012, por exemplo, apenas um entre os 40 técnicos era negro: Anderson Silva, interino do Ceará no fim de temporada.
"Vivemos numa sociedade preconceituosa, de uma falsa democracia. Prega-se um moralismo imenso, mas as atitudes são quase nada. E não seria de se estranhar isso. Acho coincidência demais. A gente carrega isso de goleiros, de que goleiro negro no Brasil não dá. Criou-se uma cultura no Brasil desde o Barbosa (goleiro da Seleção de 1950). Penso que seja realmente uma forma de preconceito. Não é possível que tantos jogadores com qualidade não tenham vingado como técnicos pelo simples fato de serem negros", afirmou à reportagem Janilson Brito, comandante do Juazeiro, segundo melhor time da primeira fase do Baianão 2013.
Mestre em História pela Universidade Estadual de Feira de Santana, Henrique Sena, que defendeu a dissertação "Pugnas Renhidas: futebol, cultura e sociedade em Salvador, 1901 -1924", fez uma análise do ponto de vista histórico. "Há uma desigualdade na qual os negros apenas assumem a posição quase que unicamente como jogadores, enquanto que as elites brancas, que ainda são os que comandam o futebol do ponto de vista institucional (dirigem e presidem clubes, associações e federações), assumem as posições intelectualmente privilegiadas. Vale lembrar que a inexistência de negros dirigindo ou treinando clubes de futebol continua a ser legitimada por resquícios de um racismo científico no qual os negros apenas possuem virtudes físicas e corporais como força, velocidade, enquanto que as habilidades do intelecto eram naturalmente associadas à raça branca".
*Com informações do iBahia Esportes

Fonte: http://correionago.ning.com/

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Novidades vem por aí... Estamos de volta!!!

Vem com a gente você também!!!




O Blog “Digo e Penso” passou por uma série de turbulências, porém apertem os cintos que vamos decolar trazendo novos assuntos, entretenimentos, discussões, dicas e novidades. Pedimos a participação de todos para que possamos interagir e fazer disto aqui um espaço democrático, onde todos possam postar e expor seus pensamentos e idéias. Não estamos aqui para levantarmos bandeiras de grupos A, B ou C... estamos aqui pra fazer você valer o que diz e o que pensa, desde quando não venha ferir e nem agredir os valores e a integridade de outrem.


Outra Zona!!!

Uma outra rota, outras idéias, outros lugares e outros olhares...




Se prepare para invadirmos a sua praia!!!

Em breve!!!



quarta-feira, 7 de março de 2012

Audiência Publica da Comunidade Quilombo Rio dos Macacos com a Secretária Geral da Presidencia



Audiência Publica da Comunidade Quilombo Rio dos Macacos e sociedade civil, com a secretária geral da presidência.

"As perseguições não param". Vídeo sobre Quilombo Rio dos Macacos, no Correio Nagô



Registro realizado no dia 04 de março de 2012, com produção de Luciane Reis e imagens e edição de Rosalvo Neto, no Território do Quilombo Rio dos Macacos, onde ocorreu neste dia a tentativa de reintegração de posse em favor da Marinha, sendo que esta mesma reintegração tinha suspensa por ação da Presidência da Republica em audiência pública realizada no dia 27 de fevereiro de 2012.
Neste dia 03 caminhões de fuzileiros estava dentro da Comunidade, cada um com cerca de 80 homens, do lado de fora teve os militares da Bahia (que não podem entrar) e 01 trator posicionado no portão da Vila Naval, Onde ocorreu momentos tensos.
Mobilizados com a situação, os movimentos sociais foram apoiar a comunidade.

Fonte: Correio Nagô

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Qual a polícia que você quer nas ruas?


O funcionalismo público tem uma defasagem grotesca em relação aos salários e estrutura de trabalho, por isto que o atendimento pelo serviço público à população é tão hostil e ruim, seja na saúde, na educação ou na previdência social. Com a Segurança Pública não é diferente, principalmente os policiais militares que ganham muito mal e pelo seu regimento do código militar juntamente com a constituição brasileira são impedidos de protestarem por melhores salários, respeito e dignidade. Creio que a maioria dos trabalhadores brasileiros não está satisfeita com as suas remunerações e gratificações resultantes da sua força de trabalho, e quando todos estes elegeram um partido que supostamente defenderia sua causa, não imaginariam que a realidade iria continuar sem mudanças significativas para um melhor desenvolvimento social e humano.


O PT (Partido dos Trabalhadores) é uma grande piada de mau gosto, que hoje se utiliza dos mesmos métodos do DOPS – Departamento de Ordem Política e Social para impor o seu poder e supremacia, deturpando ações, viciando provas e manipulando a opinião pública; com o final da ditadura militar pensamos em estar livre da repressão, mas nada mudou, apenas saímos das mãos dos presidentes generais para cairmos nas mãos do regime dos ditadores civis, que fazem imperar as suas normas e ideais a todo custo através da força da máquina pública, corrompem os meios de comunicação, compram seus aliados e desvirtuam as suas ilegalidades para que pareçam estar fazendo algum benefício para a população. Mas diante de todos estes fatos faço a seguinte pergunta, qual polícia vocês querem nas ruas? Uma polícia desmotivada, insatisfeita, agressiva, inóspita, hostil? Pois, se for esta PM que voltar para as ruas, creio que com toda certeza muita coisa não irá mudar, ou até mesmo piorar, pois falem mal ou bem, todos precisam dela, e como já dizia os “Titãs” em sua música, “Polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia...”. Pois é, meus caros não adiantam cuspir no prato que comem se voltarem a comer no mesmo prato, até porque, neste prato quase todos cospem e isto se torna algo nojento e abominável.

Vamos buscar uma solução através do bom senso do governo, que precisa encarar de forma imparcial a reivindicação da PM, e também contar com o bom senso de todos, inclusive da população e da própria Polícia Militar. Pois, somente desta maneira conseguiremos um final menos trágico e mais coeso.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

No front da greve


O Clima é muito tenso aqui no Centro Administrativo da Bahia, nesse momento ninguém entra e sai, as Força Armadas tentam de todas as formas intimidar os manifestantes e minar a resistência pelo cansaço físico e psicológico.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

LEGADO


Buscando no dicionário Michaelis encontrei a seguinte definição:

legado1
le.ga.do1
sm (lat legatu) 1 Disposição, a título gracioso, por via da qual uma pessoa confia a outra, em testamento, um determinado benefício, de natureza patrimonial; doação "causa-mortis". 2Parte da herança deixada pelo testador a quem não seja herdeiro por disposição testamentária nem fideicomissário. 3Na Roma antiga, comandante de uma legião. L. cultural:língua, costumes e tradições, que passam de uma a outra geração.

legado2
le.ga.do2
adj+sm (lat legatu) 1 Que, ou o que é encarregado de qualquer missão diplomática. 2 Que tem a função de embaixador extraordinário da Santa Sé. 3 Prelado, geralmente cardeal, encarregado dessa embaixada.

Por que falar disso em plena greve da PM na Bahia? Porque estou afim! Muito tenho escutado nesses últimos meses sobre esta palavra. Que legado quero construir na minha vida. Como quero ser lembrado quando partir desta para outra.

Podemos e devemos fazer várias e várias reflexões, andar por diversos setores desde mitologia, passando por diversas religiões e chegando a si próprio, sozinho no mesmo ponto de partida, após girar 360°. Daí já começa o erro! Não podemos dizer: “Vou dar um giro de 360° na minha vida!” Isso é a mesma coisa que girar e parar no ponto de partida. Podemos sim, dar 5, 20, 180°, pois teremos alguma mudança.

Está aí o sentindo, ou o começo dele. Você pode e deve meditar, refletir, compartilhar idéias e trocas de experiências com amigos tentando entender o seu EU.

E nessa linha de tempo e raciocínio que tenho começado, embora que tarde, entender e/ou reconstruir o meu legado.

Mais que diabo de legado é esse? Ainda não sei responder completamente essa pergunta, mas estou chegando num consenso. Embora, já saiba que sou um homem normal diferente dos ditos normais, que busca através da Fé entender o cotidiano, as pessoas e o amor.

Sou sim, uma pessoa disposta a compartilhar com os amigos, a defender o que acredito ser certo, a reconhecer quando estou errado e a querer sempre o melhor para você! Não sou vingativo, mas gosto de utilizar as próprias armas do inimigo para mostrar a ele o quão estava errado e fazê-lo refletir.

Então, por enquanto é isso. Um pouco de confusão, mas que espero leve VOCÊ a reflexão!

Pense nisso. Que legado quer pra ti?

Abraço,

Xan Sobral

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Ameaça de invasão e prisão na Assembéia Legistativa da Bahia na greve da PM

Greve da PM na Bahia

Notícia extra-oficial vindo nesse momento diretamente de dentro de um dos Batalhões da PM. O governador Jaques Wagner pressionou o comando geral da PM a efetuar a prisão de todos os policiais que se encontram nas suas unidades e se negam a sair para as ruas, esta é a solução arbitrária e idiota que o nosso governo encontrou para acabar com a greve, agora eu me pergunto, se todos estes policiais forem presos quem vai para as ruas proteger a população? Será que ele pensa que a Guarda Nacional com apenas 150 policiais dará conta de uma cidade com mais de 3 milhões de habitantes? Isto aqui já se tornou um verdadeiro carnaval antecipado.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Melhores momentos Primeira Edição - Tubo de Ensaio



Projeto Multimídia Tubo de Ensaio - Terceira Temporada
Banda Parto Natural, Banda ConFusão e as obras do artista plástico Rai. Local: Centro Cultural Plataforma, no subúrbio de Salvador-BA. Primeira apresentação realizada dia 15 de Janeiro de 2012. Reggae / Rock.

Melhores momentos da Primeira Edição do Tubo de Ensaio 2012



Projeto Multimídia Tubo de Ensaio - Terceira Temporada
Banda Parto Natural, Banda ConFusão e as obras do artista plástico Rai. Local: Centro Cultural Plataforma, no subúrbio de Salvador-BA. Primeira apresentação realizada dia 15 de Janeiro de 2012. Reggae / Rock.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Mídia Periférica



O Mídia Periférica vem divulgando a cultura da periferia de Salvador para o mundo. Fruto de oficinas realizadas pelo UNFPA e o Instituto Midia Etnica esses jovens estão exercitando o direito a comunicação e mudando a imagem que se divulga das comunidades de periferia pela grande mídia.

Rebeldia e Consciência


Mentes retrogradas, na qual se pergunta, em qual mundo nós estamos? A quem se pede respeito? Um mundo onde a supremacia dos pais só pelo fato de ter tido filhos não se impõe respeito, pois impor, mandar e viver num mundo estagnado e querer espelhar estas regras nos seus filhos, utilizando o simples argumento de tê-los posto no mundo e lhe dado a vida é algo tão estúpido e desumano que deveria ter sido extinto há tempos.

Somos os filhos da revolução, nascemos em plena crise, onde as idéias eram sufocadas e a liberdade de pensar e falar eram totalmente reprimida e aniquilada. Os nossos pais reproduzem este efeito e nos deixam com os mesmo resquícios deste mal. Num mundo onde a liberdade de expressão é cada vez mais valorizada nas pessoas, não existe mais espaço para cala boca e me respeita porque eu lhe pus no mundo; o respeito é construído com valores, posturas e ideais, e todos estes estão expostos para serem discutidos e analisados.

Espero que todos aqueles que critiquem as posturas de seus pais, não cometam os mesmos erros, pois a partir deles é que o mundo se tornou rebelde sem causa, pois rebeldia só com consciência e valor.