quarta-feira, 24 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Proteste Já!!!


Parabéns ao CQC pela matéria de ontem, pois poucos programas da TV brasileira têm coragem de mostrar e abordar a politicagem de merda e desmascarar a pilantragem em alto bom som e qualidade de imagens, sem efeitos e distorções, e ainda por cima passar na cara dos próprios feitores os acontecimentos. E o mais interessante é que o programa vem escancarar algo de extrema importância que está fora da percepção de vários brasileiros; a censura não acabou e com ela fica cada vez mais evidente a ditadura civil a qual nos é imposta, pois que liberdade temos de exigir publicamente justiça? Nenhum outro programa até hoje fez nada parecido como protesto e repúdio ao descaso político e mau uso do poder público, por este motivo vale apena conferir:

Parte 1 http://www.youtube.com/watch?v=g2fgoVGkUtg
Parte 2 http://www.youtube.com/watch?v=O-NGyHUdb7I
Parte 3 http://www.youtube.com/watch?v=p51TxbTVh78
Parte 4 http://www.youtube.com/watch?v=caZmkeuPeT8
Parte 5 http://www.youtube.com/watch?v=eANjWrd46_0

Cuidado Furlan, pois de Babacas o CQC não tem nada, pelo contrário; estratégia e tática perfeitas que deixaram todos vocês com cara de otários pensando que podem fazer o povo de besta o tempo todo.

Mais uma vez parabéns ao CQC pela matéria fantástica, proteste já!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Adote uma cor...


Maioria dos candidatos à adoção quer crianças brancas de até três anos

O CNA (Cadastro Nacional de Adoção) registrou que a maioria dos pretendentes à adoção (39,2%) quer crianças brancas e com idades de até três anos (78,65% dos pretendentes). Até o início de março, 26.735 pretendentes à adoção e 4.578 crianças e adolescentes aptas a serem adotadas.

Cadastro de adoção tem mais de 26 mil pretendentes e 4.350 crianças
CNJ libera toque de recolher para menores; decisão caberá a cada juiz

De acordo com os dados do cadastro, divulgados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), também a maioria das pessoas candidatas a adotar (85,72%) deseja apenas uma criança e outros 13,40% dos pretendentes disseram querer adotar duas crianças.

No entanto, do total de crianças e adolescentes aptas à adoção, 35,21% delas são brancas e 71,89% deles possuem irmãos, mas nem todos têm esses irmãos também cadastrados. As estatísticas ainda revelam que 45,76% das crianças cadastradas são pardas, 17,85% são negras, 0,76% são indígenas e 0,42% são amarelas.

O Estado de São Paulo lidera o ranking do CNA, com 7.192 pretendentes cadastrados para 1.414 crianças, seguido do Rio Grande do Sul, com 4.319 pretendentes para 798 crianças e em terceiro lugar vem o Paraná com 3.694 pretendentes para 482 crianças aptas a serem adotadas. No quarto lugar aparece Minas Gerais, com 2.920 pretendentes para 370 crianças cadastradas.

Lançado em 29 de abril de 2008, o cadastro é uma ferramenta criada para auxiliar os juízes das varas da infância e da juventude na condução dos procedimentos de adoção. O CNA tem o objetivo de agilizar os processos de adoção por meio do mapeamento de informações unificadas.

Lançado pelo CNJ, o cadastro já contribuiu para que 102 crianças conseguissem um lar. Esse número é pequeno porque nem sempre os juízes das Varas da Infância e Adolescência dão baixa no cadastro, segundo os gestores do sistema. A nova Lei Nacional de Adoção, aprovada pelo Senado Federal em julho de 2009 prevê o pagamento de multas de até R$ 3.000 para os tribunais que não garantirem a operacionalização e atualização do Cadastro Nacional de Adoção.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O que é bullying?‏

Atos agressivos físicos ou verbais só são evitados com a união de diretores, professores, alunos e famílias

Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar".

Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E, não adianta, todo ambiente escolar pode ter esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.

Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. "Há uma série de atividades que podem ser feitas em sala de aula para falar desse problema com os alunos. Pode ser tema de redação, de pesquisa, teatro etc. É só usar a criatividade para tratar do assunto", diz.

O papel do professor também passa por identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se revolve pela violência verbal ou física e ele reproduz o que vê no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.

Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.

O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.

Fonte: revista escola

sábado, 6 de março de 2010

É possível falar um monte de mentiras dizendo somente a verdade?

video

Propaganda é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objetivo de servir a uma agenda. Mesmo que a mensagem traga informação verdadeira, é possível que esta seja partidária, não apresentando um quadro completo e balanceado do objeto em questão. Primordialmente o seu uso advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços patrocinados pelos governos e partidos políticos. Já a utilização secundária se dá através dos interesses privativos de uma classe que detém o poder da informação.